4 perguntas e respostas sobre o armazenamento de células-tronco

O armazenamento de células-tronco através do cordão umbilical é fundamental no tratamento de mais de 80 doenças  Quais doenças as células-tronco , dentre as quais, leucemia, linfoma, mieloma múltiplo e diabetes mellitus. No entanto, por este ser um procedimento relativamente novo no Brasil, muitas famílias desconhecem a ideia e não têm acesso a informações qualificadas sobre bancos de sangue que realizam a coleta. Por isso, hoje vamos esclarecer algumas dúvidas sobre esse processo que pode ajudar a tratar e curar várias enfermidades – e até salvar vidas. Preparados?

O que é célula-tronco?

As células-tronco são células pluripotentes adquiridas de tecido adulto, proveniente do Sangue do Cordão Umbilical, Medula Óssea, Sangue Periférico mobilizado, ou tecido embrionário. São capazes de regenerar tecidos, modular a resposta imunológica, diminuindo o ataque imune, refazendo tecidos atingidos por tratamento agressivos, dentre outras funções. Por isso, elas são extremamente importantes para tratamentos de diversas doenças.

Por que coletar e guardar as células-tronco do cordão umbilical?

Por serem células com alto potencial terapêutico, o cordão umbilical nos coloca às mãos a possibilidade de tratamento de possíveis enfermidades sérias durante toda a vida – tanto para a criança quanto para a família, pois há possibilidade de as células-tronco do bebê serem compatíveis com os irmãos, ou outros familiares, por exemplo, no caso de haver necessidade de um transplante ou de uma doença grave. Mesmo em casos não relacionados a problemas do sangue, como tratamento de alguns tipos de diabetes, essas células também possuem utilidade.

Como é feito o procedimento?

O processo de retirada das células é muito simples: depois do nascimento da criança, em sistema fechado e devidamente esterilizado, é feita uma punção na veia umbilical do cordão, retirado após o parto, de onde é coletado todo o sangue. Logo após, o material é levado para o banco de sangue, sob monitoramento de temperatura, onde é processado e armazenado em temperatura adequada – inclusive, essa preservação tem data de validade extensa. O material pode ficar armazenado por prazo ainda indeterminado, segundo o estudo mais recente, até 22 anos com as mesmas qualidades da célula não congelada!

Quais são os riscos?

Nenhum! Como a coleta é feita logo após o parto, através de uma punção na veia do cordão umbilical, não há riscos nem para a mamãe nem para o bebê. O procedimento é realizado com material totalmente estéril, sem prejudicar o andamento da cirurgia, ou parto vaginal.

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